Meu sonífero prometeu ficar
Em uma poeira lacônica
Viu um jovem louco
cair nos braços de um penhasco
Incoerente vasculhava o deserto
Inconsciente inundava a pia
Inconsequente encarou o incerto
Seus pés já exaustos de peregrinação
Ou da glória do estrangeiro
Criavam bolhas e desconforto
Em frívolos gemidos
Erguia a taça da desforra
Cansaço e doença o executavam
Aniquilou o inconstante,
pulou em alguma nuvem seguiu cego
Adentrou vários reinos
E se retirou.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário